Emissor Radiônico
A física quântica e a nanociência trouxeram muitos fantasmas  do outro mundo para este.
Vieram colocar em dúvida negativas clássicas para fenômenos milenares.
A radiônica ainda é uma controvérsia científica.
Enquanto alguns já aceitam os fenômenos radiônicos como fatos reais, apesar do desconhecimento de suas leis, outros a rechaçam ferozmente.
Os fenômenos radiônicos já eram conhecidos dos chineses e egípcios há milhares de anos mas são considerados pela ciência como superstição.
Apesar disso a quantidade de seus adeptos já é bem grande e cresce mais a cada dia.
Segundo seus seguidores, a  energia sutil pode ser detetada e enviada a qualquer distância por aparelhos, figuras ou seres humanos.

Para testar a eficácia da radiônica pode-se concentrar nas palavras do gráfico, durante um período maior que 3 minutos e verificar depois os resultados.

Para saber mais sobre radiônica CLICK AQUI.

   Casa      O Sol - Planeta, Estrela ou Deus
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O Sol – Planeta, Estrela ou Deus?

Ontem choveu à noite.

Hoje o dia amanheceu nublado. Totalmente sem Sol e uma temperatura bem amena, não chegando a ser frio.

Um mês totalmente sem Sol? E, um ano totalmente sem Sol?

Praticamente em todos os continentes existiram povos adoradores do Sol como uma divindade ou um deus. Muitas dessas antigas civilizações cultuavam especificamente o Deus-Sol na figura de Apolo, na Grécia; Ra, no Egito; Agni, na Índia; Mithra, na Pérsia e; muitos outros.

Em todas essas culturas, havia a percepção intrínseca de que o Sol tinha uma natureza divina ou de que era parte de um grande propósito divino.

Mas o que é uma divindade? O que é um deus?

Muitas coisas podem ser ditas mas, apesar de serem diferentes, são consideradas como forças superiores ao homem.

Então um deus é uma força?

- Sim.

Uma divindade é uma força?

- Sim.

Logicamente que as forças conhecidas e dominadas pelo homem perderam estas classificações pois estes termos foram reservados para aquelas que transcendiam em muito a sua capacidade. O que despertava a sua cobiça e adoração daí o seu respeito e admiração.

Antigamente o Sol era considerado um planeta. E todos os planetas eram considerados como seres vivos e, inclusive o próprio Sistema Solar era considerado um ser vivo.

Johannes Kepler da Alemanha (1571-1630) estudou as posições dos planetas com muito cuidado. Daí surgiram três leis do movimento planetário que firmemente colocaram o Sol no centro do sistema solar com os planetas orbitando o Sol. Era agora claro que o Sol não era um planeta. Aqui começou uma nova etapa dos estudos dos astros.

Ainda temos muito destas coisas em nossos hábitos e costumes. Um exemplo disso, são os dias da semana pois cada dia era(é) considerado como regido por um planeta, não a parte física do planeta mas seu Espírito. Por isso em algumas línguas temos os nomes dos dias da semana igual aos dos planetas(Click aqui e veja). E os espíritos dos planetas estão representados dentro do Cristianismo pelos Anjos, Arcanjos, Principados, Potestades, Virtudes, Dominações, Tronos, Querubins e Serafins. E, ainda, estão relacionados por seus nomes de anjos Gabriel, Rafael, Uriel, Miguel, Samuel etc. O mesmo pode ser visto nos panteões de outras culturas.

Podemos verificar com uma análise mais profunda que os planetas influenciam todos os sistemas de vida na Terra muito mais que consideramos. Rudolf Steiner em conferência sobre agricultura disse que os planetas distantes da Terra, Saturno, Júpiter e Marte atuam na vida vegetal através dos compostos silícicos enquanto que os planetas mais próximos, Lua, Mercúrio e Vênus atuam através dos compostos calcários. Enquanto os primeiros atuam nas formas dos vegetais os segundos atuam na reprodução. Ainda acrescenta que estes conhecimentos já foram aplicados na produção agrícola e controle de pragas de modo natural e sem contaminantes tóxicos.

Anteriormente as pessoas consideravam-na um tipo diferente de objeto. Ela governava o dia; as estrelas adornavam a noite. Mas nos últimos séculos os astrônomos aos poucos reconheceram que ela é apenas um membro de meia-idade da vasta família de estrelas. De longe, o Sol seria como qualquer outra estrela: um ponto de luz. A nossa estrela, o Sol, não é exceção, como qualquer outra estrela, é mortal.

O trabalho de muitas pessoas foi necessário para provar que o Sol é uma estrela. A primeira pessoa que se sabe a sugerir que o Sol é uma estrela foi Anaxágoras, por volta de 450 (a.C.). Foi novamente sugerido por Aristarco de Samos, mas essa idéia não pegou. Cerca de 1800 anos mais tarde, por volta do ano 1590, Giordano Bruno sugeriu a mesma coisa e, foi queimado na fogueira por isso. Através do trabalho de Galileu, Kepler e Copérnico, durante os séculos 16 e 17 sobre a natureza do sistema solar e colocar o Sol no centro e, mais tarde, no século 19, as distâncias às estrelas e outras informações sobre elas puderam ser obtidas por várias pessoas. Só então foi provado que o Sol é uma estrela.

Nascem as estrelas. Elas tomam forma. Algumas têm companheiros para sustentar. Outras rapidamente declinam e morrem. De certa forma, as estrelas são como pessoas ou, como dizem, é um homem que caminha no espaço. E, com razão, o homem é um microcosmo.

Existem registros a respeito do Sistema Solar de datas totalmente desconhecidas. O que se sabe é que estas informações foram perdidas por alguma razão e que, em tempos recentes, foram descobertas.

Uma destas informações é o ciclo solar. Do mesmo modo que a Terra tem seu ciclo anual com as mudanças de estações que temos bem nítido na memória, o Sol tem seu ciclo (de aproximadamente 26.000 anos terrestres) e que a nossa memória não tem os registros das mudanças que ocorrem. Por isso, os eventos pelos quais hoje passamos já ocorreram anteriormente e voltarão a ocorrer novamente. Isto é fato.

Não se fala da influência do Sol sobre os tipos de vida na Terra pois a sua ausência as exterminariam.

Uma eternidade para algumas ordens orientais é 4.320.000.000 de anos. Segundo a Bíblia Adão viveu 930 anos, Noé viveu 950 anos e existiram outros que viveram alguns anos mais do que estes. Segundo algumas fontes, o ser humano deveria viver aproximadamente 1.000 anos mas os pecados(na linguagem religiosa) ou as doenças(na linguagem da medicina) são os fatores que o impedem de alcançar tal longevidade.

Para os humanos de hoje vivendo aproximadamente 100 anos, 1.000 anos seria uma eternidade. Então, a eternidade dos orientais se torna indiscutível.

Deus é Onisciente, Onipresente, Eterno, infinito etc etc etc.

Na verdade tudo isso só existe na nossa mente pois a realidade mesmo a desconhecemos totalmente.

Se considerarmos que o Sol é um ser vivo e que tamanho também é documento e, ainda, que Deus está muita além do Sol, comparativamente, um ser humano para alcançar a Deus deveria então alcançar primeiro a posição do Sol.

Analisando as diferenças de tamanho e outros atributos dos componentes do Sistema Solar(click aqui para ver detalhes) conclui-se facilmente que na verdade tudo isso só tem uma finalidade: mostrar a insignificância que nós, seres humanos, somos.

O orgulho e a vaidade, velados pela ignorância, que nos fazem sentir e agir como os seres mais importantes do Universo não passam de um engodo da nossa mente. Uma ilusão coletiva.

Ainda assim devemos considerar que a Terra como uma mãe e o Sol como um pai cuidam de todos nós. Do mesmo modo, em uma família de muitos filhos todos são igualmente importantes e também não são comparáveis como filhos. Nisso reside toda a nossa esperança.

- Então o Sol e os Planetas são deuses?

- Não. Já não são mais.

- Desde que passamos a conhecer alguns de seus atributos eles deixaram de ser deuses.

- O nosso Deus precisa ser um total desconhecido.

- Neste Universo de dualidade a compreensão só é alcançada pelo conhecimento dos dois lados. Ao conhecer o pequeno se conhece o grande; ao conhecer o nada se conhece o Tudo.

“Homem, conheça-te a ti mesmo e conhecereis o Universo e os Deuses”.

Inscrição no frontispício do Templo de Delfus

“Eu só sei que nada sei.”

Sócrates(considerado o maior sábio)